Há uma forma de viver a fé que é apertada.
Sempre em alerta.
Sempre tentando acertar.
Sempre com medo de falhar.
Mas a fé que nasce do evangelho não sufoca.
Ela respira.
“Porque Deus não nos deu espírito de medo, mas de poder, de amor e de equilíbrio.” (Segunda Carta a Timóteo 1:7)
Equilíbrio não combina com tensão constante.
Muitos confundem intensidade com maturidade espiritual.
Acham que quanto mais pressionados se sentirem, mais comprometidos estarão.
Mas a pressão contínua não é fruto da graça.
É fruto do medo.
Medo de errar.
Medo de desapontar Deus.
Medo de perder algo invisível.
Observe Jesus.
Ele não forma discípulos pela ameaça.
Ele chama pela confiança.
Ele sustenta pelo amor.
“Onde está o Espírito do Senhor, aí há liberdade.” (Segunda Carta aos Coríntios 3:17)
Fé sem aperto não significa descuido.
Significa confiança amadurecida.
No trabalho, você não precisa provar valor a cada dia.
Nos relacionamentos, não vive sob medo constante de rejeição.
Na fé, aprende que permanecer é mais importante que performar.
Quando a fé deixa de ser tensão,
ela se torna descanso ativo.
E o coração começa a respirar.
Hoje, medite ao longo do dia nessa pergunta:
Minha fé tem sido vivida com liberdade ou com aperto?
Permita-se responder com honestidade.
Pai,
liberta-me da fé tensa
e da espiritualidade baseada no medo.
Ensina-me a confiar
sem aperto no peito
e sem ansiedade no coração.
Que eu viva hoje
na liberdade do Teu amor,
sabendo que Tu permaneces.
Amém.
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