Talvez, ao longo da vida, você tenha se perguntado:
“E se eu falhar?”
“E se eu não for suficiente?”
“E se eu me afastar?”
Mas a filiação em Cristo não é contrato temporário.
É identidade permanente.
“Vede que grande amor nos tem concedido o Pai: sermos chamados filhos de Deus; e nós o somos.” (Primeira Carta de João 3:1)
Não é promessa futura apenas.
É realidade presente.
Durante este mapa, você caminhou por pertencimento, graça, descanso, autenticidade.
E agora chegamos ao ponto mais profundo:
Você não está tentando se tornar filho.
Você é.
“Assim, já não és escravo, porém filho; e, sendo filho, também herdeiro por Deus.” (Carta aos Gálatas 4:7)
Escravo vive por desempenho.
Filho vive por relacionamento.
Isso não significa ausência de crescimento.
Significa ausência de ameaça.
No trabalho, você não precisa provar valor absoluto.
Nos relacionamentos, não precisa implorar pertencimento.
Na fé, não precisa viver com medo constante de rejeição.
Filho, para sempre.
Mesmo nos dias comuns.
Mesmo nas quedas.
Mesmo nas dúvidas.
A identidade que Cristo concede
não oscila conforme desempenho.
Ela sustenta.
E quando essa verdade se torna fundamento,
o medo perde força.
A culpa perde domínio.
A insegurança perde centralidade.
Você pertence.
E isso é definitivo.
Hoje, leve consigo esta pergunta:
Tenho vivido como alguém que ainda precisa conquistar filiação ou como quem já a recebeu?
Permita que a resposta ajuste sua postura interior.
Pai,
obrigado por me chamar filho.
Obrigado por uma identidade
que não depende do meu desempenho.
Que eu viva a partir dessa verdade
todos os dias da minha vida.
Que o medo não governe mais meus passos,
porque pertenço a Ti.
Amém.
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