Quando o coração está em paz,
o bem deixa de ser esforço
e se torna consequência.
Não nasce da obrigação.
Nasce da identidade.
“Pois somos feitura dele, criados em Cristo Jesus para boas obras…” (Carta aos Efésios 2:10)
As boas obras não são tentativa de pertencimento.
São expressão de quem já pertence.
Há quem faça o bem para compensar culpa.
Outros para manter imagem.
Alguns para garantir aceitação.
Mas o bem que flui é diferente.
Ele não precisa de palco.
Não precisa de retorno imediato.
Não precisa ser contabilizado.
Ele simplesmente acontece.
“A árvore boa produz bons frutos.” (Evangelho de Mateus 7:17)
Fruto não é esforço.
É resultado de conexão.
No trabalho, o bem flui na ética constante.
Nos relacionamentos, na generosidade silenciosa.
Na fé, na disposição de servir sem cálculo.
Filho(a) não vive tentando provar bondade.
Vive permitindo que a bondade que recebeu
alcance outros.
Quando a raiz está saudável,
o fruto aparece.
Sem pressão.
Sem ansiedade.
Sem necessidade de reconhecimento.
Hoje, leve consigo esta pergunta:
Tenho feito o bem por obrigação ou ele tem fluído naturalmente da minha identidade?
Observe a origem do seu movimento.
Pai,
que o bem em mim
não seja esforço pesado,
mas fruto da Tua presença.
Que minha vida hoje
flua em generosidade,
simplicidade e verdade.
Amém.
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