Há medos que são silenciosos.
Medo de errar demais.
De cansar demais.
De falhar além do limite.
Mas o evangelho responde com uma declaração definitiva:
há algo que não pode ser rompido.
“Porque estou certo de que nem morte, nem vida… nem qualquer outra criatura poderá nos separar do amor de Deus que está em Cristo Jesus.” (Carta aos Romanos 8:38–39)
Não diz “quase nada”.
Diz: nada.
Muitos vivem com a sensação de que existe um ponto de ruptura.
Um erro grande demais.
Uma fase longa demais.
Uma fraqueza persistente demais.
Como se o amor de Deus tivesse uma linha invisível
que, se cruzada, encerrasse o vínculo.
Mas observe a firmeza da promessa:
nem circunstâncias externas,
nem forças invisíveis,
nem instabilidade interna
podem desfazer o que foi estabelecido em Cristo.
O amor de Deus não é frágil.
Não é condicional.
Não é reativo.
Ele não depende da sua constância.
Ele nasce da fidelidade d’Ele.
Quando isso se instala no coração,
a ansiedade espiritual começa a se dissolver.
No trabalho, você não vive com medo constante de perder valor.
Nos relacionamentos, aprende a amar com mais segurança.
Na fé, abandona a vigilância que desgasta.
Nada pode separar você do amor que o sustenta.
Nem os dias bons.
Nem os dias difíceis.
Nem você mesmo.
Hoje, leve consigo esta pergunta:
Existe algo que, no fundo, ainda acredito que pode me separar do amor de Deus?
Traga isso à luz.
A promessa é maior.
Pai,
cura em mim o medo
de perder o Teu amor.
Ensina-me a descansar
na segurança da Tua fidelidade.
Que eu viva hoje
sem ansiedade espiritual,
sabendo que nada pode me separar
da Tua presença constante.
Amém.
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